quinta-feira, 25 de junho de 2015

Meça a sua inveja, Parça!


Estimada amiga,

Desde quando éramos muito jovens fizemos escolhas distintas em nossas vidas. Entretanto, no meu ver, sempre havíamos respeitado uma a outra. Era assim que eu ingenuamente pensava.

O tempo se encarregou de nos afastar. Hoje, vejo como um presente divino.

Contudo, ao contrário da minha pessoa, você fracassou em todas as escolhas que fez na vida. Lembro-me da sua arrogância quando se casou. Como se o fato de eu ser uma jovem de 20 anos solteira fosse o equivalente a ter lepra.

Continuei respeitando suas escolhas. Ainda acreditava que você respeitava as minhas.

Afinal, desde muito jovem, conforme a criação que recebi dos meus pais, estudar, concluir um curso superior e estabilizar-me numa profissão sempre foram prioridades. Para você prioridade era casar-se com o seu vizinho pobre, sem estudo, que afundou você na ruína social.

Você não estudou. Você não teve inteligência na vida para ganhar dinheiro de nenhuma forma, não abriu um negócio. Nada. Limitou-se a parir dois filhos.

Hoje eu tenho uma profissão. Aliás este ano completo dez anos de carreira. Tenho um nome. Herdei o nome dos meus pais dentro da minha profissão. Sou respeitada. Respeito meus colegas. Tenho estabilidade financeira e um passaporte com alguns carimbos de viagens que você certamente nunca saberá como é. Sim, porque você além de ser uma pessoa fracassada, não vota, não justifica voto. Não cumpre com os seus deveres de cidadã. Logo nunca poderá ter um passaporte. Mas certamente você não sabe disso né?! Aí dentro da sua bolha de analfabetismo ninguém sabe.  

Correndo o risco de soar extremamente arrogante, só queria deixar claro: somos de círculos diferentes. Níveis sociais diferentes. Você pleiteia uma casa própria junto à prefeitura, eu já tenho moradia. Carro. Crédito no banco. E você? Seu nome só é popular no cadastro do SPC.

Lembrando que enquanto eu passava os finais de semana estudando, você estava transando, com o seu vizinho ou qualquer outro pênis no seu bairro composto por casas de área verde a.k.a. invasão.

Tudo o que consegui não foi de mão beijada, estudei muito, trabalhei muito e abdiquei muito de ter uma vida social para chegar onde estou. Não preciso dizer que valeu a pena, pois hoje, você está na pior e eu estou MARAVILHOSAMENTE bem.

Esclarecidos os fatos, vamos jogar as cartas na mesa. Se hoje você está na merda foi porque você causou essa situação. Colhemos o que plantamos. Se você está com uma situação de saúde delicada, que culpa eu tenho? Foi Deus que traçou seu destino no caderno de caligrafia divino. Não fique agourando a minha vida só porque você não teve competência para vencer na sua. Todo mal que você vibra e erradia em minha direção voltará mais forte do que nunca para você. Toda maldade tem efeito bumerangue, vai e volta.
Então, se Deus me fez a gentileza de afastar você do meu círculo social, por favor, não vá contra as determinações do soberano. Permaneça longe. Bem longe. Desde já lhe serei grata pela sua ausência.
 
Cordialmente,
Eu

 






























































 
 
 

 

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Zerei a Vida

Calma que logo logo tem post.

Zerei a vida.